Segunda-feira, Março 16, 2009
Uma poesia escrita depois de levar o lixo pra fora
não surge assim tão facilmente.
Como fluir espontânea a inspiração depois de lavar louças?
Ontem mesmo varri pedaços pontiagudos
de belos versos
quebrados
cacos desconexos, cortantes,
cheirando a sangue e agora sem
rima
de poesias em que esbarrei e, frágeis, se espatifaram
grandiloquentemente
mas no mais absoluto silêncio semiótico.
comentarios:
posted by IVAN . |
10:31 PM
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